Pichula... Meu Anjo de Guarda
Quero deixar registrado que minha cachorrinha PICHULA,
praticamente me salvou a vida nesta madrugada de 02 para 03/09/2006.
Estava eu com as narinas entupidas, por estar com bronquite
e com o peito cheio de catarro.
Já sofri de pânico; às vezes, mesmo quando não estou atacada da bronquite,
sinto dificuldade em respirar; o oxigênio não indo normalmente para o cérebro
causa a crise de pânico.
Daí um mal estar horrível, sensação de morte mesmo.
E eu estava tendo uma ameaça de pânico.
Fui piorando, lembrei-me de um exercício que aprendi na TV,
para respiração nasal.
Só estávamos eu e a Pichula na sala.
Deitei-me com ela do lado (não me deixa um segundo sozinha)
e comecei a exercitar-me.
Ela estranhou a minha atitude e começou a me tocar com a patinha
como se me chamando, e eu disse:
“ Você não pode me ajudar , eu estou mal , estou me exercitando”, e continuei.
Novamente ela me tocou duas vezes seguidas, e eu fiquei emocionada com
a preocupação dela e comecei a chorar.
Imediatamente meu nariz começou a escorrer motivado pelo choro;
o choro que a Pichula me causara; o choro de gratidão.
Voltei a respirar. Senti um alívio maravilhoso.
Um retorno à vida. Fiquei normal e muito feliz.
Agradeci muito à Pichula, beijei-a com todo o amor que sinto por ela.
Sempre disse que ela é o meu “anjo-de-guarda”, e é. com certeza.
Acho que ela salvou-me a vida.
Comi uma pizza e fomos dormir, juntas, como sempre.
OBRIGADA PICHULA, tão pequenina!
EU TE AMO MUITO!... MUITO... MUITO...
Percilia Paes Nogueira  
Santos, 18 de setembro de 2006
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